domingo, 11 de março de 2012
Vulnerabilidade
sábado, 14 de janeiro de 2012
A moda é reflexo do momento social presente.
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| Vestido Bandage |
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| Transparência |
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| Calça saruel |
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| Ombreiras largas, anos 80 |
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| Visual masculino atual |
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| Tailleur, anos 40 |
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Mudança
Que mudança? Respeito, só isso. Não vejo problema em ser desejada, imageticamente sexualizada, desde que meu espaço não seja invadido sem consentimento. Quero poder andar de hot pants (a imagem da foto) se o cara se masturbar pensando nessa imagem é de foro íntimo, mas masturbar-se verbalmente e em público, é agressão sim.
Ouço coisas muito piores que “gostosa”, muito, muito piores, eu até podia contar do cara de ontem que fez gestos e disse absurdos, mas deixa para lá, o que quis contar foi à boa e leve história de hoje.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Despedida
Sempre estou a me despedir de mim própria para acolher novidades.
A despedida se torna dolorosa quando não consigo transforma-la em soma.
E quando somo, não é estado de adeus nem de boas vindas, o que fica é o que sempre fui, mas não cabia.
E para caber tenho que ser grande.
Fonte das imagens: http://silhouettemasterpiecetheatre.com/
sábado, 6 de agosto de 2011
Miscelânea
" O direito à história faz parte da agenda democrática. Os povos e as pessoas se constroem narrando suas vidas. É através do reconto interminável que lhe aconteceu no tempo que povos e pessoas ganham existência" Joel Rufino dos Santos
" O que adianta uma boca grande e um coração pequeno? Nunca diga que faz se não o faz."
"Tenha amigos, se não tem, seja. Eles virão"
Sérgio Vaz
"Um bom falante é aquele que se adapta aos seus ouvintes" José Luiz Fiorin
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Pessoa.
Ler Alberto Caeiro ou Fernando Pessoa; nesta minha fase que intitulo de limbo medíocre; sobre o não pensar foi um encontro. Alguns trechos.
"O mundo não se fez para pensarmos nele (pensar é estar doente dos olhos) mas para olharmos para ele e estarmos de acordo."
"Eu não tenho filosofia, tenho sentidos."
"Mas eu nem sempre quero ser feliz. É preciso ser de vez em quando infeliz para se poder ser natural."
" O essencial é saber ver, saber ver sem estar a pensar, saber ver quando se vê e nem pensar quando se vê, nem ver quando se pensa"
"Acho tão natural que não se pense. Que me ponho a rir às vezes, sozinho. Não sei bem de quê, mas é de qualquer cousa. Que tem que ver com haver gente que pensa..."
" Procuro despir-me do que aprendi, procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram, é raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, desencaixotar as minhas emoções verdadeiras, desembrulhar-me e ser eu, não Alberto Caeiro, mas um animal humano que a natureza produziu."
Alberto Caeiro uma das Pessoas de Fernando.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
A queda
Não voei só cai.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Não vibro com clichê, nem com a extrema fantasia, gosto do real com um pouco de poesia.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Amizade
A firmeza de que esta não se solta é tão certa que nunca se afirma.
Em teoria nada disso se prova.
Só em silêncio e poesia.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Engano
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Rocha metamórfica
De repente depois do agito paro.
Transformo-me em música, sou o som metamórfico para poesia,
Carrego minhas tintas e tudo tem cor, a voz sai bonita
Converso simpática, como quem eu mesma nunca me vi.
E depois mudo para pedra, parada, com musgo, gelada, na corredeira da serra.
Essa não faz nada, só pode ser pedra, quieta, não dança, não treme nem geme.
E de ser pedra entendo, do mesmo modo que sei ser gente, por que posso ser todas essas coisas. Até gato, quando brinco com o gato.
E todas escrevem aqui, como múltiplas de mim.
Sem razão alguma. Como tinta que se joga no papel e forma que não sabe o que quer ser e vira rosto de menina.
O diagnóstico:
Já sei a doença que tenho, eu mesma diagnostiquei, são problemas de vazão, como o sangue que entope a veia; minha criatividade se não é usada, fica presa entupindo meu ser, aí viro pedra, por que não dá para ser melhor que pedra, só pedra serve.
A pedra observa e só ecoa o outro, pedra não tem ego, só experimenta, só quer ser espelho do outro. Eu deixo, deixo você se exibir, não é por medo nem por a falta da estima, mas por experimento, para te conhecer, tem jeito melhor de te conhecer do que colocar um espelho? Quem paga para ver, não pede o dinheiro de volta. E não reclamo, se for merda o que você tiver, atira, eu assisto! Se for beleza, a gente junta as nossas em retalho. Não tem jeito mais estranho e cristalino de conhecer as pessoas, idiossincrasia, coisa minha.
Aí me chamam de pedra. E vocês que usam essas caixas na cabeça com dois pequenos buracos que os olhos mal que vêem? Todos iguais, ressentidos, enrustidos, cheios de desconfiança. Mas que desconfiança! Eu confio, confio no seu lado merda, eu desmistifico, eu entendi que você é assim por seus traumas, e vejo como era quando riam de você na escola, não, essa não sou eu, é você, sou eu, em você. Sabe? Mas aí desse mundo todo, você jogou fora sua empatia. Mas eu fiquei com a minha, com vontade de te afagar. Um abraço serve?
domingo, 3 de abril de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Mude de aporrinhações
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Status é uma prisão da mesma forma que são as regras de moda.
Você tem laços?
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Reflexão sobre a moda
“Como é importante estar na moda. A primeira vista, parece uma forma de diferenciação pessoal. Mas, de fato, não o é. Aqueles que andam na moda nada mais são do que adestrados no preparo de coquetéis identitários com todos os ingredientes recomendados. Ingredientes recomendados são aqueles reconhecidos pela massa fashion sem muito esforço e, portanto, em sua essência, sem diferenciação. Estar na moda é não causar estranheza ao grupo. É maior garantia de ser aceito pelo gueto. Seria a moda um ritual de aceitação ao bando?”quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Mãos
Mãos mais do que rostos, são minha referência por que rostos são óbvios a gente sempre olha para o rosto, frente a frente em detalhes, agora as mãos são discretas não pedem atenção para si, só se nota a mão de alguém com tempo e intimidade.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Com e pré conceito.
"O homem civilizado trocou a parcela de suas possibilidades de felicidade por uma parcela de segurança" - Freud
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Longe do Paraíso.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Critica a razão construída através do conhecimento.
11/10/2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O otimista vê perspectivas e não defeitos.
Egos inflados se tornam poesia.
Angustia é cor na tela de Van Gogh.
Culpa cúmplice do bom senso.
Raiva impulsiona a sair do lugar comum.
Desleixo vira desapego.
Tristeza é complementar a alegria. Simbiose.
Sofrimento é aprendizado.
Solidão é pensar diferente.
Otimismo Big Bag of Dreams
O que bagunça, arruma.
Problemas são mapas do tesouro, basta querer brincar.
Despero é o intervalo de tempo entre você achar que perdeu o chão e você ver que já tem asas.
Preocupação é estar no mesmo degrau do problema, subindo mais alguns tudo se resolve.
Insegurança é só uma amnésia temporária.
O silêncio não é apertado, você cabe inteiro dentro dele, sem deixar de fora nenhuma parte.
A alegria e a tristeza estão no mesmo caleidoscópio.
Não existe mau humor, você que está ouvindo a música errada.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Narrações
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Sorte no amor.
Ilustração: Paola Perazza
domingo, 5 de setembro de 2010
Mais do mesmo.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Em defesa da preguiça
Por outro lado, tenho um pouco de medo de gente que não respeita o ócio, medo dessa gente que não se deixa flutuar sabe? De nada adianta ter mil idéias com a cabeça tão suja que não cabem mais e nem se desenvolvem. Digamos que o ócio é a logística das idéias, natural, sem esforço, as põe para ninar, as coloca em caixinhas que se transformam em soluções. Quando dizem tempo é dinheiro penso “O que adiantam idéias sem soluções? Rapidez sem eficiência?” Por que não aproveitar algo tão útil e natural quanto o ócio e o lazer?
sábado, 7 de agosto de 2010
Amor genérico
Eu me apaixono, me apaixono por você todos os dias. Me apaixono pelo modo que encara a vida. Pelo jeito que resolve os problemas ou como não se preocupa com eles.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Nada
Essa idiossincrasia não é nada que conheço, nada que você conhece. Queria ter visto isso em um filme, lido em um livro.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Gislaine e Maria
Vou contar o que sei da história de Gislane e Maria, eram melhores amigas, as duas tinham 7 anos de empresa, saiam juntas, dormiam uma na casa da outra, iam pra balada, trocavam confidências.
Havia uma funcionária antes de você chamada Clarissa, que estava tendo uns problemas no RH, queria, mas não conseguia registrar seu cartão de ponto, o RH sempre enrolava a funcionária, deixando para depois. E por isso Clarissa não recebia suas horas extras.
Gislane sabia do problema de Clarissa e por não gostar da menina, ria dela, tirava sarro pros outros. A fofoca do momento! No café só se falava disso, Gislaine dizia “ Você viu que a tonta lá não consegue nem liberar o cartão do ponto? É muito burra não é?” E assim sociabilizava, fazia amizades, tinha assunto. Todo mundo ia a sua sala para saber como que estava à história do cartão do ponto, da pata, como haviam apelidado a vítima.
Maria era ética e gostava da estagiária, não se envolveu no burburinho e nem recriminou a melhor amiga por toda aquela fofoca, não quis se meter. Gislaine achava estranha a indiferença. Quando ia pra copa fazer suas fofocas percebia que Maria ficava quieta e dava uma desculpa pra sair de fininho. Ficou incomodada com seu silêncio, um dia então resolveu perguntar diretamente para Maria o que ela achava de tudo aquilo; da pata atrapalhada; já iniciou a pergunta tirando sarro da tonta e rindo! Maria pensou, pensou, cautelosa disse sua opinião, de forma clara, voz calma, disse que achava que Clarissa estava certa e o RH errado e que tinha até ligado para a responsável para ajudar a menina, já que tinha mais tempo de empresa e influência.
Gislaine ficou incomodada disse “Então você vai defender ela? E não ficar do nosso lado?”. “Nosso” como se Maria tivesse que pensar como ela só por serem amigas, Maria disse que o RH estava sendo injusto, Clarissa não ganhava hora extra enquanto todos ganhavam e não concordava com isto.
Com o tempo Gislaine se afastou friamente de Maria e desde então não são mais amigas, tudo mudou, não se dão mais carona, não saem depois do trabalho, não dormem mais uma na casa da outra.
E eu, o que acho mesmo de tudo isso? Que Gislaine terminou a amizade não pelo fato da amiga não ter ficado do lado dela, não foi pelo silêncio de Maria e nem por ela ter ajudado Clarissa.
Gislaine se incomodou com a verdade, se incomodou com ela mesma, Maria ao ser ética e imparcial mostrou sutilmente a amiga que a maldade pela maldade não tinha senso, que ajudar Clarissa ao invés de rir tinha mais sentido. Fez Gislaine se confrontar com seus monstros e isso que doeu, olhar para dentro e perceber que estava errada. Não dessa forma racional que descrevi, pois se Gislaine percebesse isso racionalmente nunca teria começado as fofocas, em sua balança de interesses era melhor ter assunto com os colegas e ser sempre procurada por todos do que perceber o outro. Pensando sobre o caso em casa encontrava mil motivos para achar Clarissa uma pata, justificativas não faltavam em sua cabeça, pensou muito, não dormiu naquela noite, obsessiva precisava justificar para si o que tinha feito, precisava, pois no fundo sabia que estava errada.
E hoje Maria já esqueceu Gislaine não confia mais e depois de tanto tempo um ano passado, Gislaine sente falta da amiga e agrada sempre que pode.
Se Gislaine sente culpa por ter falado mal de Clarissa eu não sei, se percebeu que fez isto como escolha errada também não. Mas que sente falta da amiga sente, acredita que não precisava ter sido tão dura em um momento de discórdia.
Ética na visão do inconsciente.

domingo, 25 de julho de 2010
Ciclo de Paola
Aviso: Esse texto contém brutalidade e imposição em uma tentativa de comunicação com os que dormem.



























