quarta-feira, 7 de julho de 2010

Meu amor.



Meu amor não é meu pai , não precisa me dar sustento. Não é meu objeto é meu alvo. Meu amor não é meu ego.
Eu não amo a expectativa de quem ele possa ser, eu amo quem ele é. Meu amor não é parte de mim, ele é minha extensão. Meu amor não sou eu duplicada ele é um indivíduo, único.

E assim eu o amo mais, por que amo sua liberdade.

Pour mon amour.



Escrito há um ano atrás, rabiscado em um pedaço de papel.


2 comentários:

  1. Oi Paola, elogios duplicados aqui e no Gengibre,
    parabéns. Gostei e sigo.
    um beijo

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